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O Teatro Rivoli (30 de Junho, 6 e 7 de Julho), o Jardim Paula Vallada (30 de Junho, 6 e 7 de Julho) e o Parque do Covelo (1 e 8 de Julho) são os espaços da Invicta que vão receber os espectáculos integrados no Trengo – Festival de Circo do Porto, que regressa à cidade para a sua terceira edição.
O evento inclui 16 apresentações, 11 de criadores nacionais (três das quais em estreia absoluta) e cinco internacionais, que chegam a solo português pela primeira vez. Todos os espectáculos são de entrada livre, à excepção de três que decorrem no Rivoli. Fugu e Baixos e Altos custam 5€ e o preço do bilhete para Mundo interior é de 7,50€.
A aposta no circo nacional contemporâneo, que se traduz na atribuição de bolsas de criação e na forte programação de espectáculos de criadores portugueses, são os traços distintivos deste festival que conta também com sessões de conversas com artistas.
A Companhia Erva Daninha foi a responsável pela criação do Trengo em 2016, que nasceu com o objectivo de “chamar a atenção para a criação de circo em Portugal, que é uma área de espectáculo que ainda está muito subdesenvolvida”, dizem, acrescentando que o nome do festival resultou do desejo de que este fosse algo que “soasse a Porto” e à sua cultura. Uma pesquisa sobre nomes usados na região encaminhou a escolha para a palavra "trengo".
No ano em que a iniciativa conta com o financiamento da Direcção-Geral das Artes, graças ao primeiro apoio sustentado ao circo contemporâneo, o Teatro Municipal do Porto participa pela primeira vez como co-produtor.
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