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Espaço nos Restauradores, que acolhe a Biblioteca Nacional do Desporto, quer estar “mais presente na vida dos cidadãos”.
A recriação do local de trabalho do professor Mário Moniz Pereira, o “senhor atletismo”, e a sala dedicada ao tenente António Augusto da Silva Martins, atleta olímpico em 1924 e campeão de tiro à época, eram dois bons motivos para visitar o Museu Nacional do Desporto, no Palácio Foz. Agora, tem mais um: pode ver tudo de borla.
No final de Setembro, o museu anunciou que “foi decidido tornar a entrada no museu completamente gratuita, no âmbito da filosofia do IPDJ de se tornar mais presente na vida dos cidadãos portugueses”. O museu está, tal como a Biblioteca Nacional do Desporto, sob a tutela do Instituto Português do Desporto e Juventude.
O equipamento foi inaugurado em 2012, no centenário da primeira participação portuguesa nos Jogos Olímpicos. O acervo, trabalhado pelas federações nacionais, passa em revista a história do desporto português. A biblioteca, por sua vez, tem registo de cerca de 60 mil itens, incluindo monografias e publicações históricas como De Arte Gymnastica, de Hieronymi Mercurialis, considerado o primeiro livro de desporto alguma vez editado (em 1569).
O museu funciona de terça-feira a sábado, entre as 10.00 e as 17.30 (mas só são permitidas entradas até às 17.00).