Fado na Típica de Alfama


O evento começa à chegada dos músicos, o que não costuma acontecer antes das 22.30 nem tem hora afinada, que isto não é a Gulbenkian. O espontâneo é um dos grandes segredos da Típica de Alfama, tasca-bar onde pessoas das redondezas e não só se começaram a juntar com alguma rotina, conforme o interesse: das noites de fado à segunda-feira às tarantellas, música dos Balcãs ou rodas de choro (há música sete dias por semana). Esperem-se pausas para uma cerveja, mudanças drásticas no alinhamento e não-convidados de última hora (sempre bem-vindos). Espere-se ainda que a festa acabe tarde, pelo menos para o trabalhador-padrão, que à terça há-de enfrentar o segundo dia de despertador da semana.
Rua do Vigário, 70 E (Alfama). Seg-Dom 20.00-02.00. Entrada livre





































