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Se no dicionário sublime vem definido como “majestoso”, “poderoso”, “esplêndido”, “o belo”, na Comporta estas palavras ganham forma. O nome não engana, de tal forma que aqui é difícil fugir aos clichés, e não é porque é tudo igual ao que já vimos, mas porque é mesmo um paraíso escondido, um refúgio perfeito – lá está, sublime, como o nome promete.
Já aqui tínhamos estado em 2015, quando o Sublime Comporta se dividia apenas por dois edifícios: o principal, onde ficava o restaurante, o bar, o spa e cinco quartos; e uma outra estrutura com nove quartos. Três anos passaram e tudo agora está diferente. O Sublime é hoje uma máquina bem oleada. Maior, mais elaborado, mas melhor ainda.